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Tecnologia, envelhecimento e aprendizagem: o uso de smartphones por idosos

29/06/2018

Em maio deste ano o Brasil atingiu a marca de 220 milhões de smartphones, superando pela primeira vez a população brasileira que, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, é de 210 milhões. Capazes de unir as funcionalidades de telefone e computador pessoal, os smartphones são importantes ferramentas na inclusão digital.

Essa tecnologia está presente na rotina de boa parte dos brasileiros, porém muitos idosos podem ter dificuldades em utilizar esses celulares. Segundo a presidente do Departamento de Gerontologia da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, Claudia Fló, os idosos têm um tempo diferente para aprender e quem os ensina, deve estar atento a isso. “Nós não nos damos conta de que usamos o celular várias vezes ao dia, tanto para ligações quanto para o envio de mensagens, o que nos faz ter total familiaridade com os aparelhos, coisa que não acontece com a maioria dos idosos”, diz.

Claudia explica que “o desenvolvimento e manutenção da cognição estão relacionados à utilização do cérebro e o desafio de aprender a utilizar um novo aparelho pode servir como estímulo”.

Aplicativos para melhorar a saúde

Para idosos que possuem afinidade com o uso de smartphone, há aplicativos que podem ajudar significativamente para a melhora da qualidade de vida e uso de medicamentos. Nas lojas de apps é possível encontrar ferramentas que controlam o número de passos diários, frequência cardíaca e até aplicativos que medem o nível de oxigênio no sangue com base na oximetria. A Especialista em Gerontologia diz que estes aplicativos podem ser úteis para estimular a prática de atividades físicas e ainda usados por médicos ou outros profissionais de saúde para fazer um controle das atividades dos idosos para uma prescrição mais personalizada.

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